Amor, amor, amor

Junho 19, 2008 por lutas

Jesus nos diz: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Com estas palavras Jesus convida a nos amarmos para sermos capazes de amar os outros. Amar a si mesmo significa , amar o próprio corpo, a própria pele, seu cabelo, seu sexo, sua raça, sua classe, suas origens, seu passado, sua família, seus amigos. Saber amar o próximo e saber partilhar seus interesses e alegrias, saber escutar, ter paciência e saber perdoar as falhas do outro, ser carinhoso, e doar-se. Mas às vezes a doação faz com que o jovem deixe de lado suas relações pessoais, ou seja, amam tanto uma causa, que são se cultivam mais, deixam de lado a família, os amigos, o namoro, e no final acabam se frustando. O jovem deve saber equilibrar o seu trabalho social e sua afetividade. Quando o jovem não consegue se organizar como pessoa, acaba se afastando de si mesmo e dos outros. Vai assumindo cada vez mais atividades (sociais, religiosas, profissionais) e vai esquecendo da família, dos amigos, da escola, da (o) namorado (a), não se deixando cultivar e nem cultivando.

Tudo na vida deve ser balanceado, não podemos nos dedicar somente aos estudos e nos esquecermos de praticar esportes, não podemos nos dedicar somente ao lazer mas também ao trabalho, não podemos nos dedicar somente a satisfazer o nosso desejo, mas sim ajudar o outro a alcançar o seu, não podemos apenas ficar sonhando com dias melhores, temos que fazer com que eles aconteçam. A nossa vida é bastante ampla, é uma soma de sonhos, angústias, valores, lutas… e precisa ser cultivada através:

Amizade;Ternura;Sexualidade;Corpo;Amor;Festas;Diversões;Cultura;Pela Vida Em Comunidade.

Escola Popular de Música

Junho 19, 2008 por lutas

A Escola Popular de Música surgiu a partir da necessidade de formação de grupos de animação nas comunidades, bem como na busca de uma maior inclusão social. É destinada a qualquer membro da comunidade que estiver interessado, independente da idade, classe social ou etnia.

Este curso pretende não só desenvolver as aptidões para tocar instrumentos, mas também cria um clima harmonioso, participativo e eclesial. O respeito às diferenças, a persistência, o senso de justiça, solidariedade, a superação e a evangelização são o cerne no qual se pretende conduzir cada encontro/aula, pois a perseverança e o alcance de nossos objetivos dependem destes fatores.

Uma nova esperança está surgindo na comunidade São Pedro, que tem uma ótima equipe de canto e está despertando novas gerações como é o caso do Welkir Valentine de 16 anos que apesar das dificuldades aceitou o desafio. Ele não tinha violão mas ganhou de um dos membros do grupo de cantos da comunidade o Srº Aventino e graças a ele hoje pode acompanhar o grupo do Maria Goretti. “Tem muitas pessoas interessadas em ajudar a comunidade. Eu entrei no curso porque quero aprender e vou até o fim”, disse Welker.

Dirceu nos conta que nos primeiros dias houve um pouco de tumulto, porque a turma era grande. Mas nada que não pudesse ser resolvido “eu senti muita vontade dos participantes em querer aprender e ajudar” comenta Dirceu. Como o grupo foi crescendo e nossa região é grande a escola foi dividida em três grupos. No Maria Goretti existe dois grupos que se reúne na escola Irene Stonoga, com aproximadamente 40 alunos. No bairro Pinheirinho com 18 alunos, se reúnem na capela da comunidade e está iniciando mais um grupo na comunidade do Trevo com 15 alunos e a integração de algumas comunidades da RP Norte.

Elia é uma pessoa muito querida e especial, foi ministra na comunidade do Trevo, hoje ela é responsável pelo batismo na comunidade. Com 66 anos ela se sente feliz e foi ela quem motivou em estender a escola para sua comunidade. Vamos ver o que ela nos fala:

- Eu vivia com o violão na mão, mas precisava aprender mais. Eu sabia que precisava cativar mais os jovens da comunidade e resolvi dar o exemplo primeiro. Agora eu convido as pessoas e todas que eu dei o chamado disseram que sim e estão vindo. Para mim a única dificuldade é o reumatismo nos dedos e com esse frio às vezes piora, mas o que me motiva é a alegria e a boa vontade. Também rezo todo dia para aprender, mas só rezar também não adianta é preciso praticar.

Como professores da Escola Popular de Música, como vocês se sentem?

Dirceu: “Eles já estão na oitava aula e o resultado está sendo positivo. Existe dificuldades de alguns alunos, mas o importante é não desistir. O trabalho não é fácil, mas a grande maioria já está entrando no ritmo”.

Flávio: “Eu adoro porque é minha paixão, quando o Pe. Domingos me convidou na hora eu aceitei, é algo que gosto muito de fazer porque não tem nada mais gratificante do que ver as outras pessoas aprenderem.É um trabalho que exige muita boa vontade e eu faço com muito carinho.”

A espiritualidade de um Conselho de Pastoral

Junho 19, 2008 por lutas

 A espiritualidade dos Conselhos encontra seu fundamento na Bíblia.

- No livro do Êxodo, Jetro, sogro de Moisés, sugere a ele que, ao invés de querer resolver os problemas do povo sozinho, escolha entre o povo pessoas capazes, tementes a Deus, seguras e inimigas do suborno para que formem um conselho (Ex 18, 13-27).

- O conselho deve atuar segundo a mística e a prática de Jesus: “Quem de vocês quiser ser grande, deve tornar-se o servidor de vocês e quem quiser ser o primeiro, deverá tornar-se o servo de todos” (Mc 10, 43-44).

- Não usar da comunidade para interesse próprio, mentir: “Ananias porque você deixou satanás tomar posse de seu coração” (AT 5,1-11).

- Formar verdadeira comunidade de oração, partilha, serviço e comunhão (At 2, 42-47).

- Colocar-se a serviço é lavar os pés uns dos outros (João 13, 1-17).

- O membro do conselho deve estar unido à videira, que é Jesus, para produzir bons frutos (Jo 15,5).

- O Conselho deve agir como o Bom Pastor que cuidou com carinho dos pobres, dos afastados, dos excluídos, entregando a sua vida para que todos tenham vida ( Jo 10,10-15).

Direito ao Silêncio

Junho 12, 2008 por lutas

Frei Betto

Há demasiados ruídos à nossa volta. O coração sobressalta, os nervos afloram, a mente atordoa-se. É o televisor ligado quase o tempo todo, o fluxo incessante de imagens sugando-nos num carrossel de flashes. O rádio em monólogo inclemente, a música rítmica desprovida de melodia, o som alojado nos orifícios auditivos, o telefone trinando supostas urgências, o celular a invadir todos os espaços, suas musiquetas de chamada destoando em teatros, cinemas, templos, cerimônias e eventos, seus usuários nele dependurados pelas orelhas, publicitando em voz alta conversas privadas.
De todos os lados sobem ruídos: da construção civil vizinha, do latido dos cães, dos carros na rua e das aeronaves que cortam o espaço, das motos estridentes, do anunciante desaforado em seu carro de som, do apito fabril disciplinando horários.
Tantos ruídos causam tamanho prejuízo à saúde humana que o Exército usamericano criou, em sua sanha assassina, um arsenal de “projéteis sonoros”, capazes de produzir som de 140 decibéis. Bastam 45 para impedir o sono. O rumor do tráfego na esquina de uma avenida central atinge 70 decibéis. Aos 85 produz-se uma lesão auditiva. Elevado para 120, o som provoca dor aguda nos ouvidos. Imagine-se, pois, o que significa essa tecnologia de tortura a 140 decibéis!
Nosso silêncio não é quebrado apenas por ruídos auditivos. Agridem-nos também os visuais. Assim como o silêncio da zona rural ou de uma igreja nos impregna de paz, levei um choque ao visitar, anos atrás, Praga antes da queda do Muro de Berlim. Não havia outdoors. A cidade não se escondia atrás de anúncios. A poluição visual era zero, permitindo contemplar a beleza barroca da terra de Kafka.
Nas cidades brasileiras, subjugadas pelo império do mercado, somos vorazmente engolidos pela proliferação de propagandas, exceto a capital paulista, agora em fase de despoluição visual por iniciativa da prefeitura.
Sem silêncio, ficamos vulneráveis, expostos à voracidade do mercado, a subjetividade esgarçada, a epiderme eriçada em potencial violência. Contra esse estado de coisas, o professor Stuart Sim, da Universidade de Sunderland, na Inglaterra, acaba de lançar Manifesto pelo silêncio, contra a poluição do ruído. O autor enfatiza que a cacofonia de sons que nos envolve ameaça a saúde, provoca agressividade, hipertensão, estresse, problemas cardíacos.
Todos os grandes bens infinitos da humanidade – arte, literatura, música, filosofia, tradições religiosas – exigiram, como matéria-prima, o silêncio. Sem ele perdemos a nossa capacidade de raciocinar, ouvir a voz interior, aprofundar a vida espiritual, amar além do jogo erótico meramente epidérmico.
Quando um casal de noivos me procura, interessado em preparar-se para o matrimônio, costumo indagar se os dois são capazes de ficar juntos uma hora, em silêncio, sem que um se sinta incomodado. Caso contrário, duvido que estejam em condições de uma saudável vida a dois, pois o respeito ao silêncio do outro é um dos atributos da confiança amorosa.
Assisti ao filme O grande silêncio, do diretor alemão
P. Gröning, que nos convida a penetrar a vida de uma comunidade cartuxa nos Alpes franceses. Nenhuma palavra no decorrer de três horas de filme, exceto o canto gregoriano das liturgias monásticas e o bater do sino. Um convite à mais desafiadora viagem: ao mais profundo de si mesmo.
Quem ousa, sabe que lá se desdobra um Outro que, por sua vez, espelha nossa verdadeira identidade. Viagem que tem como veículo privilegiado a meditação. Na fase inicial, é tão árduo quanto escalar montanha para quem não esta acostumado ao alpinismo. Porém, em certo momento, é como se u’a mão invisível nos elevasse, tornando a subida suave e agradável.
Só então se descobre que, no imponderável do Mistério, não se sobe, se desce, mergulha-se em si mesmo para vir à tona, do outro lado de nosso ser, naquele Outro silenciosamente presente em nossas vidas e na tecitura do Universo. Aqui a palavra se cala e o silêncio se faz epifania.

Nota de solidariedade ao Povo Nordestino

Junho 12, 2008 por lutas

Nós membros da semana Teológica, que acontece nos dias 10, 11 e 12 de junho nos unimos solidariamente às famílias desabrigadas pelas fortes chuvas na Região Nordeste.

São afetados, de maneira especial, os Estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, com mais de 400 mil pessoas atingidas.

Agradecemos a Deus pela abundância das chuvas e os benefícios que elas trazem. No entanto, não podemos esquecer as causas que provocam o desequilíbrio da natureza que cria situações de calamidade, nas quais as populações, em precárias condições de vida, são sempre as mais atingidas.

Solidários com os nossos irmãos e irmãs, convocamos a sociedade em geral para se empenhar em favor das famílias que perderam seus entes queridos, moradias, plantios e rebanhos.

Urge uma atenção especial e imediata, que entendemos ser de responsabilidade, primeiramente, do Estado, com políticas estruturais, tais como as de convivência com o semi-árido, na perspectiva de um desenvolvimento local sustentável.

Ante esse quadro de sofrimento coletivo, nossa sensibilidade pastoral se manifesta “também na caridade que em qualquer lugar anima gestos, obras e caminhos de solidariedade para com os mais necessitados e desamparados.” (Documento de Aparecida, n. 7)

Que o Deus da vida conceda força e coragem às famílias e nos conserve unidos na esperança, no amor, na fé e na solidariedade.

Passar a cuia pra frente

Junho 12, 2008 por lutas

A alegria, o encontro, a partilha e a solidariedade são elementos integrantes da celebração do Ano Jubilar. São valores evangélicos que, normalmente, cultivamos na rodada do chimarrão.

Estamos confirmando, ao fazer a pesquisa histórica nas comunidades, que já se tomava chimarrão nestas terras do oeste catarinense, antes mesmo de ser instalada a nossa Diocese. E como se passava a cuia pra frente naqueles tempos!

A cuia, a erva, a bomba e a água quente são produtos da natureza e do trabalho humano. É interessante perceber e analisar os processos de construção pelos quais eles passam e a nossa relação com eles. Na liturgia, na catequese e em todas as pastorais nós fazemos processos de caminhada. Você se dá conta de que a cuia e a nossa ação evangelizadora têm tudo a ver?

Na celebração festiva e solene do dia 19 de março de 2008, realizada em nossa Catedral Santo Antônio, em Chapecó, cada uma das quarenta Paróquias recebeu uma cuia. As de Faxinal dos Guedes e de Vargeão estão visitando as comunidades! Combinamos no Conselho Pastoral Paroquial que ela ficasse uma semana em cada comunidade. A cada final de semana uma comunidade leva a cuia para a próxima, num roteiro definido, e celebram juntos. Não teria sentido mandá-la pelo correio ou via um taxista. Assim como os agentes da equipe fazem a rodada de visitas nas comunidades, chegou a vez da cuia jubilar rodar!

Por falar em roda, não é possível imaginar uma fila de chimarrão, onde todos estão sentados, como no ônibus! Onde há duas pessoas ou mais reunidas, aí estão formando um grupo, que lembra esse novo jeito de ser Igreja: comunhão e participação.

Quem entra na roda necessariamente abre mão do egoísmo, do orgulho, da timidez e da ganância. Somente quem passa a cuia tem como recebê-la de volta. Cuidamos e defendemos a vida na medida em que temos um coração manso e humilde (Mt 11,29).

É oportuno lembrar também o que escreveram a respeito do profeta da esperança: “Aquele que sempre levava a cuia na mala, agora sim foi de mala e cuia!!! Dom José aprendeu e ensinou a passar a cuia para a gente. É claro, não só a cuia!”.

A Igreja que não serve, não serve! Igreja que não é missionária não é Igreja de Jesus Cristo! Por isso não podemos guardar e nem esconder a cuia. Então, o que significa passar a cuia para frente?

Passe essa idéia para frente!

Cleto João Stülp

Faxinal dos Guedes

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Homenagem aos 50 anos de diocese

Junho 11, 2008 por lutas
Um Requerimento aprovado por unanimidade pelo Legislativo Municipal realiza uma Sessão Solene em Homenagem ao Ano Jubilar de criação da Diocese de Chapecó. A homenagem acontece dia 27 de junho de 2008, as 19h, no auditório do Sindicato dos Bancários de Chapecó.
Neste ano a Diocese de Chapecó está comemorando o ano do seu Jubileu, 50 anos de criação. Desde a criação quando desmembrada da Diocese de Palmas do Paraná, a Diocese de Chapecó vem desenvolvendo trabalhos importantes na evangelização, catequização, criação de comunidades Eclesiais de Base, Movimentos Sociais, Educacionais e proporcionando formação as pessoas envolvidas nas comunidades da Região Oeste.
Hoje a Diocese é referência em toda região sul do pais e do Brasil. Tudo isso, por estar inserida na evangelização dos pobres e excluídos da sociedade. Principalmente com Dom José Gomes, que esteve diante destes trabalhos por mais de 30 anos, priorizando ações pastorais e de evangelização em defesa dos índios, caboclos, sem terra, atingidos por barragens, pequenos agricultores e das mulheres agricultoras.
Para isso, criou várias Pastorais como: a Pastoral da Terra, o Conselho Missionário Indigenista, Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral Operária, os famosos Grupos de Reflexão, Pastoral da Juventude, a organização Sindical, Movimento das Mulheres Camponesas e movimentos e Pastorais sociais. Tudo sempre iluminado, a luz do Concilio Vaticano II, que proporcionou mais abertura e novos rumos para à evangelização na Diocese no Oeste Catarinense.
A diocese de Chapecó é um exemplo na formação de lideranças em todas as comunidades eclesiais de base, como catequistas, ministros, grupos de jovens, pastorais sociais entre outros, que trabalham na organização do dia a dia das comunidades.
Prioriza a formação de padres, irmãs e pessoas que consagram sua vida para o trabalho exclusivamente a vida religiosa e para o povo. Buscando sempre ser Igreja Missionária, Acolhedora, Libertadora e Evangelizadora, sob a luz das primeiras comunidades e do bom pastor. Nas Primeiras comunidades todos partilhavam e colocavam em comum seus dons a serviço da comunidade e da vida. Já ser bom pastor, neste caso é ser Igreja acolhedora que conduz suas ovelhas para o bom caminho, para boa pastagem e para uma fonte de água pura, onde reina a justiça e a igualdade.
Também é importante ressaltar as lideranças de Frei João, Dom José Gomes e Padre Santo Guerra que juntamente com tantos outros, são pessoas que doaram suas vidas lutando, defendendo e construindo uma vida mais digna para o povo do Oeste de Santa Catarina. Hoje são exemplo de vida doadas ao povo e são lembradas com muito orgulho por muitas pessoas e lideranças de nossa Diocese. Portanto, a realização desta Sessão Solene a Diocese de Chapecó, será um momento importante para prestarmos publicamente nosso reconhecimento pela presença e contribuição na organização do povo da região de abrangência da Diocese de Chapecó.

Junho 4, 2008 por lutas

Dizem que, num belo dia, um homem sábio brincava alegremente com algumas crianças. Alguns intelectuais o observavam e lhe perguntaram o que ele faria se aparecesse um anjo informando que ele morreria naquele instante e precisaria se submeter ao julgamento de Deus. O homem sábio prontamente respondeu que continuaria brincando com alegria, porque tinha certeza que aquilo agradava a Deus.

FELICIDADE

Junho 4, 2008 por lutas

- Cada um aciona, ao redor, aquilo que tem no coração: é a pessoa feliz que faz o ambiente feliz, porque o mundo em que vivemos é construído por nós. Não cabe às universidades ou aos diplomas conferir sabedoria a ninguém. Os dons do Espírito Santo atingem os simples, os puros de coração, aqueles que têm as portas abertas.

Precisamos ouvir as pessoas. Ao ouvi-las, descobrimos seus sentimentos e desejos. Quando as pessoas falam, conhecemos um pouco mais das coisas de seu coração.

Portanto, vá ao encontro das pessoas, consciente da importância desse aspecto. Para facilitar a “quebrada de gelo”, experimente citar um fato que vocês estão vivenciando no momento. Essa costuma ser uma boa opção para abrir canais de comunicação

PRECISAMOS DIZER O NECESSÁRIO

Junho 4, 2008 por lutas

Dizem que Hoqard Hendricks, que se tornou um dos maiores mestres em ciências pedagógicas do Dallas Theological Seminar, nos EUA, tinha por habito passar muitas horas, durante todas as noites, na biblioteca da escola, quando ainda era estudante. Quando voltava para o alojamento, por volta das 23h, passava invariavelmente pela residência de seu melhor e mais querido professor. Através da vidraça de uma das janelas, Hendricks encontrou o professor num dos corredores da escola e não se conteve. Perguntou-lhe por que, embora fosse detentor do maior conhecimento em sua área e possuidor de tantos títulos, ainda estudava tanto. O professor respondeu a Hendricks:

-Meu caro rapaz, quero que os meus alunos bebam as águas correntes de um rio, não a água parada de uma lagoa.